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Reencarnação

 

Na questão 167 de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec pergunta: Qual o fim objetivado com a reencarnação? E os espíritos respondem: “Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?”

Exatamente, onde a justiça? Já que há no mundo tantas diversidades! Tantas diferenças sociais, econômicas e morais. Por que tantas criaturas nascem com deformidades e outras tão saudáveis? Por que uns tão ricos e outros tão necessitados? Por que de tantas diferenças?

O espírito é eterno e traz em si impressões de toda a sua existência resultando em cada indivíduo ter uma forma de vida diferente de outros.

E para o ajuste das impressões negativas é necessário nascer de novo!

O que é a reencarnação e como ela se dá?

Portador de expressiva capacidade plasmadora, o perispírito registra todas as ações do Espírito, através dos mecanismos sutis da mente que sobre ele age, estabelecendo os futuros parâmetros de comportamento, que serão fixados por automatismos vibratórios nas reencarnações porvindouras.

Na reencarnação, o Espírito é encaminhado por necessidade evolutiva aos futuros genitores, no momento da fecundação, onde o gameta masculino “vitorioso”, impulsionado pela energia do reencarnante, encontra os fatores genéticos de que necessitava para a programática a que se deve submeter.

A partir desse momento, os códigos genéticos da hereditariedade, em consonância com o conteúdo vibratório dos registros perispirituais, vão organizando o corpo que o Espírito habitará.

Espermatozoides e óvulos possuem campo de força específico que impulsionam o encontro dos dois, facultando o surgimento da célula ovo.

Cada gameta exterioriza ondas que correspondem a sua programação genética.

O perispírito do reencarnante vibra, simultaneamente, com o espermatozoide que possui a mesma carga vibratória, sobre ele incidindo e passando a plasmar, no óvulo fecundado, as necessidades evolutivas como decorrência das catalogadas ações pretéritas.

Equilíbrio da forma, anomalias, habilidades, incapacidades, inteligência, memória, lucidez, imbecilidade, atraso mental etc, todos serão estabelecidos, desde já, pela incidência das conquistas espirituais sobre o embrião em desenvolvimento.

Cada Espírito é legatário de si mesmo. Seus atos e sua(s) vida(s) anterior(es) são os plasmadores da sua nova existência corporal, impondo os processos de reabilitação quando em dívida ou de felicidade se em crédito, sob os critérios da Divina Justiça.

Certamente, caracteres físicos, fisionômicos e até alguns comportamentais resultam das heranças genéticas e da convivência em família. Entretanto, os de natureza psicológica não resultam dessas heranças, já que afetam o destino, bem como os de ordem fisiológica, no mapa da evolução.

Saúde e enfermidade, beleza e feiura, altura e pequenez, agilidade e retardamento, como outras expressões da vida física procedem do Espírito que vem recompor e aumentar os valores, que bem ou mal utilizou nas existências pretéritas.

As alienações, os conflitos, os traumas, as doenças congênitas, as deformidades físicas e degenerativas, assim como as condições morais, sociais e econômicas são capítulos dos mecanismos espirituais, nunca heranças familiares, qual se a vida estivesse sob injunções do absurdo e da inconsequência.

O mundo mental, das aspirações e ideais, é o grande agente modelador do mundo físico, orgânico. Conforme as propostas daquele, têm lugar as manifestações neste.
O pensamento, desse modo, é um agente de grave significado no processo natural da vida, representando o grau de elevação ou inferioridade do Espírito, que, mediante o seu psicossoma ou órgão intermediário, plasma o que lhe é melhor e mais necessário para marchar no rumo da libertação.

Assim se dão as diversidades.

Nossa vida será de acordo com a bagagem espiritual que trazemos, e também com pensamentos e atitudes poderemos modificar nosso mapa reencarnatório, para melhor ou para muito pior, dependendo de como agimos.

Quanto mais melhoramos nosso comportamento, buscando desenvolver em nós o homem de bem, reduzimos nossas marcas negativas. O contrário também acontece, quanto mais atitudes e pensamentos negativos, maiores as impressões negativas registradas em nós mesmos.

Portanto, nosso dever é aproveitar a oportunidade de estarmos reencarnados, podendo aprender mais com os relacionamentos, com as situações, com a vida e assim, ao desencarnarmos levar em nossa nova bagagem tudo o que adquirimos nesse aprendizado.

Myriam Nascimento Carnicelli

 

 

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