InícioVídeos

A riqueza e o Evangelho

 

 

Ele foi único na passagem e na mensagem de amor. Com Ele não havia indiferença, ou amava-o ou detestava-o. Não fugia das oportunidades de deixar a Sublime Mensagem, nem de realizar as atitudes que para época eram contraproducentes com os costumes. Portador de uma mediunidade que nunca foi igualada, recebia e mantinha contato direto com o próprio Pai. “Eu e o Pai somos um.” (João 10:30)

Sua missão: exemplificar o amor ao próximo e a Deus sobre todas as coisas. Sua Visão: plantar a semente da benevolência, da indulgência e do perdão no coração de toda a humanidade.

Alguns entraves e obstáculos estariam no nosso caminho. Um dos obstáculos é alcançar os valores de aperfeiçoamento através das facilidades que temos no nosso caminho. Estamos sempre dispostos e preparados para ganhar coisas, para agarrar chances de amontoar sempre algo mais, que não nos faria falta.

Deus nos concedeu a saúde física e costumamos usá-la na busca da enfermidade destruidora.

Se conseguimos amealhar possibilidades financeiras, monopolisamos, para que os outros não o consigam.

O Divino Médico não falou que devemos passar pela existência terrestre despidos de objetivos e aspirações de ganho. Recomendou várias vezes que conhecêssemos o objetivo de nossas vidas: “Pois onde está o seu tesouro, também estará o seu coração.” (Mateus 6:21)  Se nossos desejos visam lucros excessivos e aquisições patrimoniais, estamos construindo nossa casa sobre a areia e um futuro nada promissor nos espera.

Nunca condenou a riqueza e nem o dinheiro. Não seremos condenados ou absolvidos pelo tanto (2 sugestões nesta frase: pelo que adquirimos em nossa ou pelo pouco ou muito que adquirimos em nossa) ou pouco que adquirimos na nossa vida, e sim pelo uso que dele fizermos. Ao apresentarem uma moeda romana, recomenda que o homem dê a César o que é de César, exemplificando o respeito às convenções coletivas. “Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e, nessa cobiça, alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” Paulo (I TIMÓTEO, 6: 10)

Comparemos as histórias do mancebo rico (Lucas 18: 18 a 30) e de Zaqueu (Lucas 19: 1 a 20): os dois receberam a oportunidade de dialogar com Jesus. O primeiro fez várias perguntas e recebeu o convite “Siga-me!”, lembrando que tinha uma corrida de bigas em Cezaréia de Felipe, deixou o convite para depois. O segundo recebeu o Mestre no seu Lar, para entusiasmo de todos que ali se encontravam e proclamou: “Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tendo defraudado alguém, eu lhe restituo quadruplicado.” Duas reações diferentes para o mesmo convite. O primeiro sofreu e desencarnou na corrida lembrando do sublime convite, o segundo se tornou o 13° discípulo!

A vida nos abre oportunidades de crescimento a todo momento e algumas oportunidades não se repetem, sendo assim, fica o respeito pelo dinheiro e o amor, pelos objetivos que queremos em nossas vidas.

“Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” Jesus (MARCOS, 8: 36).

Sidnei Valle Santanna Rocha

 

 

SOS-PRECES

SOS Preces

Atendimento Fraterno

Atendimento individual

e Feira de 14h às 16h

e 6ª  Feira de 19h30 às 21h

Sábado de 17h às 19h

Saiba Mais...

M A D A

M A D A

Go to top